quarta-feira, setembro 27, 2006

O Fim do Ontem

Na década passada, muita gente acreditou que viveríamos um presente eterno. Que se deselvolveria com o aprimoramento das instituições propostas pela Democracia estadodunidense e européia. O resto do mundo, sim o resto, estaria sem alternativa porque a evolução da humanidade trabalhava, diferente da natural, em único sentido: a convergência.

O que vemos hoje nas eleições brasileiras é o desespero de ver a história continuar, não ficar no ontem. Seguir um rumo em que a divergência é possível. Todas as armas do discurso se voltam para o passado. É o medo de quem se via confortável e estável para todo o sempre.

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