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Ainda não dá para acreditar muito nisso não. Porque de que adianta a infinidade de conteúdos? Alguém precisa selecioná-los. O youtube pos google já oferece isso. É a famosa web 2.0 (não deixe de ver esse vídeo) em que os internautas selecionam os conteúdos, através de seus gropos, playlist ou apenas acessando (todos os sites de notícia já tem os mais lidos). Mas quem vai querer relaxar tendo que escolher? A tv oferece seleção de conteúdos.
Em umas das respostas ao web 2.0 alguém bem sentsato defende a idéia de que esse "mundo conteúdo" - embora não use essa expressão- trata de simular a participação do real pelo vitural. Ou seja, essa infinita virtualidade dos computadores evoluiria para um mundo com aparatos cada vez mais destinados a imitar os estímulos que recebemos da realidade. No fim, pode-se pensar em Matrix. O que o cara defente é que a realidade do qual fazemos parte, aquele em que o mundo físico é presente e de onde nossa vida biológica surgiu, é participativo através dos nossos estímulos (e não de impulsos elétricos falsificáveis como diz Morfeus a Neo). Enfim. Vale a pena conhecer esse site e esses dois vídeos.
Ainda vou ler spiritual machines. Enfim, é o debate mais moderno na filosofia, creio eu. E penso se esses caras estilo Simulacro-baudrillard não reforçam essa escalada ao virtual, já que eles mesmo já consideram nossa realidade irreal, podemos dizer.
O maior esforço da humanidade até hoje foi a construção da Muralha da China. Essa web 2.0 parece ser o seu exato oposto histórico. Em que isso vai dar?
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