O jornal o Globo questiona porque MST, Psol e outros baluartes da mobilização nacional não organizam passeatas para dar continuidade a sua pauta de indgnação contra a violência que, vejam só, assola a alma carioca. De um lado, as manifestações antibush, de outro as missas vazias das crianças mortas.
A ironia é clara: há anos o Globo desinforma a população de como se manisfestar. Na pauta do jornal, os manifestantes aparecem como trogloditas destruídores e sem razão. Quando merecem uma avaliação mais madura, são apenas pobres-diabos da ideologia do atraso.
O jornal informa que na Argentina e na França as manifestações são organizadas por "partidos políticos", esses mesmos historicamente marginalizados pela mídia dos Marinho. A prova mais clara é a pergunta sem resposta que a campanha deflagrada pelo morte de João Hélio faz: Você não vai fazer nada?
Fazer o que? Ir à missa em resposta a pauta agendada pelos senhores??
Aí vemos como inimizades evitam progresso. Não seria esse o momento do MST se colocar para a sociedade urbana? Mostrar a importância da fixação do homem no campo? Da estabilidade que a agricultura familiar traz para um país continental? Claro que não, pensam os revolucionários do plantão do atraso. Não iremos colaborar com a camapanha burguesa da mídia da diminuição da maioridade penal para colocar mais pobres e pretos na cadeia.
O MST - entre os maiores movimentos do mundo - que fez campanha a favor do SIM agora se cala. O Globo, que também fez campanha pelo sim, agora grita. Que sirva de reflexão: não adianta bater na organização civil de um lado, e assoprá-la quando é mais fácil: mortes de crianças. Aí, fica-se com o moralismo vazio, que tão vazio numa sociedade com tantos problemas vira hipócrita: você não vai fazer nada?
A ironia é clara: há anos o Globo desinforma a população de como se manisfestar. Na pauta do jornal, os manifestantes aparecem como trogloditas destruídores e sem razão. Quando merecem uma avaliação mais madura, são apenas pobres-diabos da ideologia do atraso.
O jornal informa que na Argentina e na França as manifestações são organizadas por "partidos políticos", esses mesmos historicamente marginalizados pela mídia dos Marinho. A prova mais clara é a pergunta sem resposta que a campanha deflagrada pelo morte de João Hélio faz: Você não vai fazer nada?
Fazer o que? Ir à missa em resposta a pauta agendada pelos senhores??
Aí vemos como inimizades evitam progresso. Não seria esse o momento do MST se colocar para a sociedade urbana? Mostrar a importância da fixação do homem no campo? Da estabilidade que a agricultura familiar traz para um país continental? Claro que não, pensam os revolucionários do plantão do atraso. Não iremos colaborar com a camapanha burguesa da mídia da diminuição da maioridade penal para colocar mais pobres e pretos na cadeia.
O MST - entre os maiores movimentos do mundo - que fez campanha a favor do SIM agora se cala. O Globo, que também fez campanha pelo sim, agora grita. Que sirva de reflexão: não adianta bater na organização civil de um lado, e assoprá-la quando é mais fácil: mortes de crianças. Aí, fica-se com o moralismo vazio, que tão vazio numa sociedade com tantos problemas vira hipócrita: você não vai fazer nada?
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